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Marcas e Logotipos: saiba agora o que nunca contaram para você

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Por Jaque­li­ne Fran­co

Dire­to­ra de Con­teú­do
05/12/2018

Há mais coi­sas entre o “logos” e o “typos” do que sonha a nos­sa vã filo­so­fia.

Está falan­do gre­go? Estou. Mas é para o seu bem, por­que uma das coi­sas mais rele­van­tes para sua empre­sa é jus­ta­men­te essa “coi­si­nha à toa” cha­ma­da “logo­ti­po”, que mui­ta gen­te não dá a devi­da impor­tân­cia.

A pala­vra “logos” era mui­to empre­ga­da pelos filó­so­fos e tem em sua essên­cia os sen­ti­dos de “sabe­do­ria”, “com­pre­en­são” e “sig­ni­fi­ca­do”. Já “typos” tem a ver com for­ma­to, sím­bo­lo grá­fi­co.

Ou seja: resu­mi­da­men­te, o logo­ti­po vai demons­trar de for­ma visu­al toda a sabe­do­ria, a famo­sa “visão, mis­são e valo­res”, con­ti­da
em seu empre­en­di­men­to.

Daí que você tem que pen­sar em um espe­ci­a­lis­ta para isso, não é mes­mo? Afi­nal, é mui­ta res­pon­sa­bi­li­da­de para com aqui­lo que vai se tor­nar o sím­bo­lo do seu negó­cio.

Pen­se em todas as mar­cas que você conhe­ce, aque­las que fazem suces­so. Todas elas tive­ram um cui­da­do espe­ci­al para unir o con­cei­to (logo) ao dese­nho (tipo) que vai repre­sen­tá-la. Todas dei­xa­ram sua expres­são de manei­ra inde­lé­vel em nos­so sub­cons­ci­en­te de tal for­ma que, quan­do você vê o sím­bo­lo, já lem­bra o nome e tudo o mais que vem asso­ci­a­do a ela.

Na mai­o­ria das vezes é tão agra­dá­vel ou impor­tan­te, que temos orgu­lho e satis­fa­ção de estam­pá-las em nos­sas rou­pas e obje­tos.

Outra coi­sa: não se fala “logo­mar­ca”. Tan­to “logos” (gre­go) e “mar­ka” (ale­mão) tem o sen­ti­do de “sig­ni­fi­ca­do”. Então, seria redun­dan­te.

É impor­tan­te o pro­fis­si­o­nal que vai fazer o logo­ti­po da sua empre­sa ter uma con­ver­sa séria com você. Ele pre­ci­sa saber em pro­fun­di­da­de do que se tra­ta seu empre­en­di­men­to e para isso vai fazer um exten­so bri­e­fing que for­ne­ce­rão pala­vras-cha­ve para uma pes­qui­sa ela­bo­ra­da.

Ele vai que­rer enten­der tudo que diz res­pei­to ao mer­ca­do de negó­ci­os e as prin­ci­pais ten­dên­ci­as do momen­to, para melhor
dire­ci­o­nar a cri­a­ção.

Só aí então come­ça um pro­ces­so embri­o­ná­rio, onde será pos­sí­vel esbo­çar alguns “rafes”, rabis­cos que darão as pri­mei­ras for­mas ao logo­ti­po. Pode ser um sím­bo­lo, uma mas­co­te ou um tipo de letra (tipo­lo­gia).

Esse é um momen­to intros­pec­ti­vo e exi­ge sen­si­bi­li­da­de, téc­ni­ca e conhe­ci­men­to. Esse pro­fis­si­o­nal deve reu­nir estas carac­te­rís­ti­cas para obter um bom resul­ta­do. São anos de prá­ti­ca, obser­va­ção e estu­do.

Nor­mal­men­te, ultra­pas­sa­da essa fase, ele come­ça­rá então a trans­por esses “rafes” para o digi­tal, pas­san­do a lim­po e qua­se che­gan­do ao pro­du­to final. Qua­se, por­que, daí em dian­te, vem um estu­do de cor, coe­rên­cia, tama­nho, expres­si­vi­da­de, ângu­lo, tipo­lo­gia… e por aí vai.

É de suma impor­tân­cia que o con­cei­to se inte­gre per­fei­ta­men­te com a iden­ti­da­de visu­al. De nada vale um slo­gan cri­a­ti­vo que não com­bi­ne com o logo­ti­po. As duas coi­sas devem cami­nhar em per­fei­ta har­mo­nia.

Daí então, o pro­fis­si­o­nal vai te mos­trar tudo pron­ti­nho, numa bela apre­sen­ta­ção con­cei­tu­al, apli­can­do as peças do logo­ti­po em dife­ren­tes situ­a­ções hipo­té­ti­cas como pape­la­ria, uni­for­mes, out­do­ors e demais veí­cu­los de comu­ni­ca­ção.

Isso leva um cer­to tem­po e dedi­ca­ção, mas, ao final, terá vali­do cada cen­ta­vo inves­ti­do, pois uma mar­ca de suces­so é para sem­pre.

E se nada dis­so for ofe­re­ci­do para você e sua empre­sa, meu ami­go, use a sabe­do­ria e fuja logos, ops! logo.

Abra­ços.

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